. Timbu Chopp . 'Beber, Torcer e Vibrar sem Violência' .
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[01/02/2012] Náutico mostra força nos Aflitos e ganha do Ypiranga-PE por 3 a 1

Timbu segue na vice-liderança do Estadual e a Máquina de Costura amarga sua terceira derrota consecutiva

Por GLOBOESPORTE.COM Recife

Náutico e Ypiranga entraram no gramado dos Aflitos, nesta quarta-feira, para apagar a má impressão deixada na rodada passada. Enquanto o Timbu vinha de uma derrota para seu maior rival, o Sport, o Ypiranga buscava desesperadamente uma vitória para afastar a crise que ronda a Maquina de Costura. Mas quando a bola rolou, os donos da casa mostraram que o insucesso no clássico já faz parte do passado. Com um futebol arrasador, o Náutico bateu o Ypiranga por 3 a 1 e manteve a invencibilidade nos Aflitos.

Os gols do Náutico foram marcados por Souza (um) e Derley (dois). O Ypiranga descontou com Ludemar. Com o resultado, o Timbu foi a 15 pontos e ocupa a vice-liderança do Pernambucano 2012. O Alvirrubro tem o mesmo número de pontos do Salgueiro, mas perde nos critérios de desempate. Já o Ypiranga somou sua terceira derrota consecutiva e segue com seis pontos na oitava colocação.
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No próximo sábado, o Timbu receberá o Santa Cruz, nos Aflitos, no famoso Clássico das Emoções. O jogo está marcada para às 18h. Já o Ypiranga jogará contra o Araripina, em Santa Cruz do Cabibaribe, às 16h do domingo, num tentativa de se recuperar no Pernambucano 2012.

Início avassalador

O Náutico começou o jogo tentando mostrar quem manda nos Aflitos. Sem dar tempo para o Ypiranga respirar, o Timbu se lançou ao ataque e não demorou muito para abrir o placar. Logo aos 11 minutos, Souza, grande nome da partida, mostrou que realmente é uma arma letal na bola parada. Após o árbitro marcar falta na entrada da área, o volante mandou a bola no ângulo de Geday para abrir o placar.
Náutico x Ypiranga (Foto: Antônio Carneiro)Derley marcou dois gols para a alegira da torcida do Náutico (Foto: Antônio Carneiro)

A vantagem trouxe tranquilidade aos alvirrubros. Jogando mais solto, o Náutico não demorou muito para ampliar. Dois minutos após abrir o placar, em linda jogada, Eduardo Ramos driblou dois adversários e tocou para Derley chutar firme e ampliar o placar.

Com dois gols de desvantagem, o Ypiranga virou presa fácil. Nas poucas vezes que a Maquina de costura chegou ao ataque, Ludemar e Robertinho não conseguiam superar a defesa alvirrubra. O que estava bom ficou ainda melhor, aos 31 minutos. Em mais uma cobrança de falta, Souza colocou a bola na cabeça de Derley, fazer o seu segundo gol na partida: 3 a 0.

Na volta para o segundo tempo, o Náutico tentou manter a mesma pressão da etapa inicial. Logo aos cinco minutos, Souza, aproveitando o dia de inspiração, mandou um petardo de fora da área, mas Geday conseguiu fazer uma defesa espetacular.

O ímpeto alvirrubro possibilitou ao Ypiranga a possibilidade de diminuir o placar. Em jogada de contra-ataque, Robertinho avançou pela direita e tocou para Ludemar, que só teve trabalho para mandar para o fundo das redes.

O gol encheu a Maquina de Costura de esperanças, mas a equipe de Santa Cruz do Capibaribe esbarrava na falta de qualidade dos seus jogadores. Principal nome do Ypiranga, o atacante Ludemar lutava sozinho contra os zagueiros do Náutico.

Administrando o resultado, o Náutico seguia tocando a bola, mas sem a mesma velocidade do início da partida. A sonolência alvirrubra proporcionou mais uma oportunidade para os visitantes. Aos 26 minutos Ludemar recebeu dentro da grande área e tentou o chute, mas Ronaldo Alves chegou a tempo de evitar o segundo gol da Maquina de Costura. No entanto, o zagueiro acabou se lesionando na jogada e acabou substituído por Diego Bispo.

Empolgados, os jogadores do Ypiranga buscavam a reação. E, por pouco, segundo gol não saiu aos 33 minutos. Após cobrança de escanteio, a bola sobra para Ludemar, que livre de marcação desperdiçou uma ótima chance.

Após o lance, o abatimento tomou conta dos jogadores do Ypiranga, que não tiveram mais forças para reagir. Bom para o Náutico, que só tocou a bola, esperando o término da partida.

[29/01/2012] Num jogo emocionante, Sport vence o Náutico por 4x3 no primeiro clássico de 2012

Por Wladmir Paulino ÀS 17:58 EM 29 DE Janeiro DE 2012

Num jogo que fez muita justiça ao que Sport e Náutico fizeram em mais de cem anos de confronto o time da Ilha do Retiro fez valer seu mando de campo ao fazer 4x3, neste domingo (29), pela quinta rodada do Pernambucano Coca-Cola e subiu do quarto para o terceiro lugar na tabela com 11 pontos. De quebra, manteve uma invencibilidade de oito anos frente ao rival em jogos no Adelmar da Costa Carvalho. O Náutico caiu para o segundo lugar com a vitória do Salgueiro sobre o Serra Talhada por 1x0. O Carcará é o novo líder do Estadual.

Logo no primeiro minuto, o meia Marcelinho Paraíba acertava uma cobrança de falta no travessão. Era o indício do que estava por vir. O tripé de volantes no qual o Náutico sustentava-se desde a Série B falhou clamorosamente, expôs a dupla de zaga e acabou com a invencibilidade do goleiro Gideão em apenas seis minutos. Naquele que teoricamente seria o lado mais fraco do Sport, o esquerdo, que tinha um jogador não especialista, William Rocha, saiu o primeiro gol. Numa triangulação, Marcelinho encontrou William Rocha livre na esquerda. Ele cruzou a meia altura e Marlon rebateu para o meio da área. Roberson estava livre e ainda teve tempo antes de ajeitar e chutar forte. A bola ainda bateu no goleiro alvirrubro antes de entrar.

Atordoado com o gol, o time visitante não conseguia encaixar sua marcação. Os dois meias, Eduardo Ramos e Cascata jogavam muito adiantados e isolados. A dupla Elicarlos e Souza recuada demais e apenas Derley para fazer a transição. Nesse mesmo setor o Sport aparecia com Diogo, Marcelinho e Jheimy, sempre com a tarefa de recompor.

Essa superioridade ficou flagrante na jogada do segundo gol, aos 11 minutos. Num cruzamento da esquerda rebatido pela defesa alvirrubra, a bola sobrou para Marcelinho Paraíba. Ele rolou para Diogo cruzar na cabeça de William Rocha, no segundo pau. Ele mandou no canto oposto para fazer 2x0. O terceiro surgiu quase instantaneamente, apenas dois minutos depois. Desordenado o Náutico partiu para o ataque com quase todo time. A defesa leonina estourou para o ataque e Marcelinho ganhou na corrida para Ronaldo Alves antes de rolar para Roberson apenas empurrar para o gol.

Nem mesmo o mais otimista torcedor do Sport esperava um placar tão dilatado num período de tempo tão curto. Talvez nem mesmo os próprios jogadores. Assim, o time rubro-negro optou por explorar mais os contra-ataques. Passou a marcar atrás do círculo central. E mesmo com mais campo o Náutico ainda mostrou-se extremamente desordenado. Muito disso pela falta das duas válvulas de escape de qualquer time: as laterais. Tanto João Ananias quanto Jefferson não deram opção de jogo. Com o meio congestionado, o jogo chegou a ficar mais truncado do que deveria.

De insistir pelo meio, Siloé foi derrubado por Montoya bem perto da meia-lua. Souza foi para a cobrança e bateu com perfeição, no ângulo direito de Magrão. A redução do prejuízo alvirrubro não mudou o panorama da partida. O Náutico continuou preso na marcação bem montada do Sport. E os donos da casa só tentavam atacar na boa. Jogada digna de registro somente outra cobrança de falta por Souza, aos 32, que passou raspando a trave esquerda.

Na volta para ao segundo tempo, o técnico rubro-negro voltou com o lateral-direito Renato no lugar de Jheimy. A alteração provocou mudanças nos três setores. Renato e Thiaguinho renovaram entre a lateral e o meio e Marcelinho foi para o ataque. Na teoria, os dois times estavam "espelhados" - ambos no sistema 4-5-1.

Na prática foi um pouco diferente. Sem a bola, todo time do Sport recuava para seu campo de defesa, até mesmo o único atacante de ofício, Roberson. Mas quando saía para o ataque, Renato, Thiaguinho e Marcelinho faziam companhia para o camisa nove. O que faltou, de um lado e de outro, foi acertar o passe final. Isso só poderia mudar com uma jogada de bola parada bem feita. E ela aconteceu aos 15 minutos para o lado vermelho e preto. Marcelinho bateu escanteio e Tobi, de voleio, chutou para a bola bater na trave e entrar.

Depois do gol, Waldemar Lemos foi para o tudo ou nada. Acionou o jovem atacante Berger no lugar do meia Eduardo Ramos. Já Mazola tirou Diogo e colocou Moacir. Curiosamente foi depois do gol que o Sport adotou um posicionamento menos cauteloso. Marcelinho e Roberson jogaram mais perto da área do Náutico e os rubro-negros chegaram a dar espaço para contra-ataques do rival. Numa cobrança de escanteio, Berger completou entre as pernas de Magrão mas Rivaldo estava atento para salvar a poucos centímetros da linha fatal.

Aos 25 minutos, a situação vislumbrou-se complicada para o Sport. Montoya fez falta em Siloé e levou o cartão amarelo. Como já fora advertido anteriormente terminou expulso. Na sequência, o timbu conseguiu mais um gol, aos 29. Jefferson cortou da lateral para o meio e de pé trocado acertou uma bomba. Depois de brilhar, o lateral alvirrubrou literalmente apagou-se. Fez duas faltas seguidas e tomou o segundo amarelo. Apenas cinco minutos depois do Sport o Náutico também ficava com dez em campo.

Com muito espaço e os jogadores mais desgastados o ritmo da partida caiu. Essa situação favorece quem está se defendendo. Nesse caso foi o Sport, que manteve sua barreira - Thiaguinho não partia mais quando o time tinha a posse de bola. E numa jogada despretensiosa o Náutico chegou perto no placar. Lenon arriscou de longe, a bola desviou na defesa do Sport e, mesmo não sendo tão forte, entrou no canto direito, já que o goleiro Magrão estava adiantado.

Até o apito final, o time dos Aflitos tocou a bola dentro do campo de defesa do rival, que limitou-se a dar chutões para a frente e esperar o tempo se esgotar.

Ficha do jogo

Sport: Magrão; Thiaguinho, Montoya, Tobi e William Rocha; Hamilton, Rivaldo, Diogo (Moacir) e Marcelinho Paraíba (Wagner Silva); Roberson e Jheimy (Renato). Técnico: Mazola Júnior.

Náutico: Gideão; João Ananias (Lenon), Ronaldo Alves, Marlon e Jefferson; Derley, Elicarlos, Souza, Eduardo Ramos (Berger) e Cascata; Siloé. Técnico: Waldemar Lemos.

Árbitro: Gleydson Leite. Assistentes: Erich Bandeira e Alcides Lyra. Gols: Roberson, aos seis; William Rocha, aos 11; Roberson, aos 13; Souza, aos 27 do primeiro. Tobi, aos 15; Jefferson, aos 29; Lenon, aos 40 do segundo. Cartões amarelos: Dogo, Marcelinho, Tobi, Elicarlos, Cascata e Derley. Expulsões: Montoya e Jefferson. Público: 24.717. Renda: R$ 266.400.

25/01/2012 Náutico confirma liderança com vitória sobre o América-PE

Timbu venceu o Periquito por 2 a 0 e manteve 100% de aproveitamento no Pernambucano 2012

Por GLOBOESPORTE.COM Recife

Náutico e América-PE entraram em campo na noite desta quarta-feira com campanhas bem diferentes no início do Pernambucano 2012. O Timbu, líder e sem nenhum gol contra até então, encontrou um América-PE que ainda não havia marcado sequer um tento. E a supremacia alvirrubra foi colocado em prática com uma vitória por 2 a 0 diante de 11.481 torcedores.

Os gols do Náutico foram marcados por Marlon e Siloé, no segundo tempo. Com a vitória, o Timbu se consolidou na liderança do Pernambucano 2012 com 12 pontos e manteve 10% de aproveitamento no torneio e a invencibilidade nos Aflitos – a última derrota foi para o Vasco na Copa do Brasil 2011. Por sua vez, o América-PE mostrou mais uma vez que seu grande sucesso na competição deve ficar restrito à apresentação do uniforme com a musa Larissa Riquelme. O time é vice-lanterna com apenas um ponto.

Na quinta rodada, o Náutico terá um adversário bem mais difícil. O Timbu enfrentará o Sport na Ilha do Retiro no próximo domingo, às 16h. O América-PE fará o duelo dos desesperados com o Belo Jardim, atual lanterna da competição, sem nenhum ponto ganho. O jogo também será às 16h do próximo domingo

Náutico ataca, mas sem resultado

Jogando em casa, diante de sua torcida, o Náutico criou inúmeras situações de gol. Um dos primeiros lances ocorreu aos três minutos quando Jefferson fez longo lançamento para Eduardo Ramos este tocou para Cascata. No entanto, o camisa 9 chutou em cima da zaga do América-PE. Um minuto depois, foi a vez de Rogério invadir a área do Periquito e arriscar um chute.

Aos nove minutos, Derley arriscou de longe e o goleiro Adson rebateu para o lado. Na sobra, o zagueiro alvirrubro Marlon chutou para fora. Pouco tempo depois, foi a vez de Rogério entrar novamente na área. O atacante do Náutico trombou com o zagueiro do América-PE e pediu pênalti, não marcado pelo juiz.

A torcida do Náutico gritou gol aos 13 minutos, quando Derley desviou um chute de Eduardo Ramos. A comemoração só durou até perceberem que o juiz havia marcado impedimento no lance. Apesar de só contar com um homem de frente (no esquema 4-5-1, com Rogério mais avançado), o Timbu foi bastante ofensivo e esteve presente no campo de defesa do América-PE ao longo dos 45 minutos iniciais da partida.

Acuado, o América-PE pouco produziu e apostava mais nas bolas paradas. Com a ineficiência do Náutico, que perdeu gols com Eduardo Ramos, Derley e Ronaldo Alves, o primeiro tempo terminou mesmo 0 a 0 e o Timbu ainda viu o técnico Waldemar Lemos ser expulso de campo.

Rogério sai machucado e Timbu marca gols

Assim como no primeiro tempo, o Náutico foi para o ataque já nos minutos iniciais da etapa complementar. Aos três minutos, Rogério driblou dois jogadores do América-PE e chutou de fora da área para a defesa do goleiro Adson. Na sobra, Derley não soube aproveitar o rebote. Poucos minutos depois, em uma nova arrancada para o ataque, Rogério foi derrubado por Maneco e precisou sair de campo, pois não tinha mais condições de jogo.

A saída do único atacante do Náutico, no entanto, acabou sendo positiva para o time. Com os brios feridos por conta da falta dura cometida pelo América-PE, os jogadores do Timbu intensificaram o bombardeio ao Periquito. Aos 11 minutos, o zagueiro alvirrubro Marlon acertou o canto do goleiro Adson e abriu o placar.

O gol deu mais confiança à equipe do Náutico e o segundo gol não demorou a surgir. Aos 17 minutos, Siloé, que entrou no lugar de Rogério, marcou seu primeiro gol com a camisa alvirrubra. Dois a zero para os donos da casa. Aos 22 minutos, Jefferson invadiu a área e chutou cruzado, mas a bola passou junto à trave.

O goleiro Adson ainda teria mais trabalho até o fim do jogo com a chegadas velozes do Náutico por meio de Souza, Siloé e Jefferson. A pontaria do Timbu, no entanto, ficou restrita aos dois tentos marcados nos 20 minutos iniciais do segundo tempo.

 

21/01/2012 Lutador, Náutico bate o Araripina no Sertão e lidera Estadual

POSTADO POR Marcelo ÀS 19:50 EM 21 DE Janeiro DE 2012

Rogério fez o gol da vitória do Náutico no Sertão/Foto: Robert Fabisak/JC Imagem

O Náutico está mostrando neste Pernambucano Coca-Cola 2012, além de organização tática, muita disposição dentro de campo. A vitória, por 1x0, sobre o Araripina, no estádio Chapadão do Araripe, na noite deste sábado, foi assim. O time alvirrubro foi para cima no primeiro tempo e conseguiu abrir o placar, com gol de Rogério. No segundo, reduziu o ritmo, mas conseguiu segurar o placar e adversário. Assim, o Timbu manteve os 100% de aproveitamento, tem nove pontos ganhos e está na liderança do Estadual. Na próxima rodada, o Náutico encara o América, nos Aflitos. Já o Araripina, que amargou sua primeira derrota no Estadual, pega o Porto, em Caruaru.

Araripina e Náutico pisaram no gramado do Chapadão do Araripe em busca do gol desde o primeiro minuto. As duas equipes mostraram objetividade. O Náutico contou com a presença de Eduardo Ramos que, teve liberdade para encostar em Cascata, que ficou mais avançado, atuando mais ao lado de Rogério. Enquanto isso, o Araripina não se sentiu com receio para ir a frente. Velocidade foi a tônica dos primeiros 45 minutos.

Com Misael e Vassoura no meio de campo, o Araripina teve criatividade para alimentar a dupla de ataque formada por Cristovão e Wanderley. Mas foi o Timbu que teve a primeira grande chance. Aos dois minutos, Rogério roubou a bola da zaga, avançou e chutou. O goleiro Davi fez boa defesa.O Bode deu o troco aos 7 minutos. Após cobrança de falta da esquerda, o zagueiro Éverton subiu mais alto do que a zaga e desviou de cabeça. Gideão fez grande defesa, mandando a bola para escanteio.

As principais peças ofensivas do Náutico estiveram bem no jogo. E assim, as chances foram aparecendo. Aos 14 minutos, Cascata lançou Rogério na área, que chutou forte. Davi fez grande defesa. Quinze minutos depois, Cascata atuou de novo e, desta vez, a rede balançou. Ele lançou Souza em profunididade. O meia conseguiu evitar a saída de bola e tocou para trás. Rogério pegou a bola na entrada da pequena área e chutou forte, sem chances para Davi.

O Araripina foi para cima. Continuou mantendo a postura ofensiva. Mas, com tranquilidade, já que passou a ter vantagem no placar, o Náutico se comportou bem na defesa, soube neutralizar as jogadas do Bode e ainda criar situações de gol.

Para o segundo tempo, o técnico Mirandinha sacou Wanderley e escalou Marcelo Paraíba.O Araripina manteve o ritmo de velocidade e foi para cima do Náutico para tentar o empate logo nos minutos iniciais. O Timbu resolveu se segurar um pouco. Algo bastante natural. Desgastado pela viagem e a sequência de jogos, o time alvirrubro ficou mais na defesa, tocando a bola e esperando o adversário para tentar, no contra-ataque, fazer o segundo gol.

Mas o Araripina deu um susto logo no primeiro minuto. Após cobrança de escanteio da esquerda, Gideon subiu livre de marcação e cabeceou para fora. Dois minutos depois, Cristovão é lançado, invade a área e chuta forte. O goleiro Gideão fez boa defesa.

O Náutico teve que se fechar durante 15 minutos para não dar espaços para o Araripina, que mostrava bom volume de jogo. Mas, aos poucos, o time alvirrubro conseguiu neutralizar as jogadas do time da casa e chegar à frente. Aos 29 minutos, Rogério foi lançado na área, passou pelo marcador e, mesmo sem ângulo, chutou na saída do goleiro. A bola ia entrando, mas a zaga afastou. Depois, aos 36, Rogério fez o goleiro Davi a fazer boa defesa.

Nos minutos finais, o Náutico passou a ter o ritmo de jogo e a vitória acabou sendo justa.

Ficha do jogo

Araripina
Davi, Júnior Sertânia, Oliveria, Éverton e Ailton; Marcelo Pitbull, Gideon (Rosembrik), Vassoura (Jádson) e Misael; Cristovão e Vanderlei (Marcelo Paraíba). Técnico: Mirandinha.

Náutico
Gideão, João Ananias, Ronaldo Alves, Diego Bispo e Jéferson; Derley, Elicarlos, Souza e Eduardo Ramos (Lenon); Cascata (Siloé) e Rogério. Técnico: Waldemar Lemos.

Local: Estádio Chapadão do Araripe, Araripina. Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Albert Júnior e Aldir Pereira. Gols: Rogério, aos 29 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Gideon, Cristovão, Marcelo Pitbull, Oliveira e Souza. Público: 5.490. Renda: R$ 40.546.

18/01/2012 Náutico bate o Petrolina por 2 a 0 e mantém invencibilidade nos Aflitos

Timbu passou toda a Série B de 2011 sem conhecer derrotas em casa; gols desta noite foram marcados por Souza, de pênalti, e Cascata

Por GLOBOESPORTE.COM Recife

A cada rodada, os Aflitos consolidam ainda mais a fama de caldeirão alvirrubro. Jogando em casa, o Náutico está desde abril do ano passado sem conhecer derrota. E nesta quarta-feira, pela segunda rodada do Campeonato Pernambucano, o Timbu fez mais uma vítima ao bater o Petrolina por 2 a 0. O resultado mantém a equipe de Waldemar Lemos com 100% de aproveitamento e como a única da capital a ter duas vitórias. O Sport empatou na estreia com o Araripina e o Santa perdeu, nesta quarta, para o Salgueiro.
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Os gols que garantiram a vitória alvirrubra vieram apenas no segundo tempo. Souza abriu o placar cobrando pênalti e Cascata, aos 14 minutos, definiu o jogo.

Primeiro tempo apenas do Náutico

A equipe alvirrubra iniciou a partida querendo provar que a fama dos Aflitos é, de fato, real. Nos cinco primeiros minutos, o Timbu chegou duas vezes com perigo. A primeira com Souza batendo de fora da área e mandando por cima do gol de Jaílson. Em seguida, foi a vez de Cascata praticamente repetir o lance.

O Petrolina seguia acuado até que, aos 8 minutos, Elicarlos vacilou e a bola sobrou nos pés de Geovane. O meio-campo da equipe sertaneja invadiu a área e soltou a bomba. Gideão fez uma grande defesa, salvando o Náutico.

O lance não intimidou o Timbu, que respondeu logo no minuto seguinte, com Souza, da entrada da área, mandando um tiro que explodiu na trave. Aos 27 minutos, Siloé voltou a assustar. Ele bateu colocado, da entrada da área, e a bola passou com perigo, perto do ângulo esquerdo do goleiro sertanejo.

Aos 41 minutos, após cruzamento para a área, o zagueiro Ronaldo Alves ainda tentou de cabeça, mas a bola passou perto da trave direita de Jaílson. Quatro minutos depois, Siloé desperdiçou a chance mais clara de abrir o placar. Ele recebeu de João Ananias, invadiu a área até ficar na cara do goleiro Jaílson, mas acabou batendo em cima do arqueiro do Petrolina.

No segundo tempo, enfim os gols alvirrubros

O Náutico voltou para o segundo tempo querendo, enfim, encontrar o gol. E no primeiro lance, Rogério deixou os marcadores para trás, invadiu a área, mas acabou batendo em cima do goleiro do Petrolina. Mas, aos três minutos, Rogério voltou a aparecer na área e acabou derrubado pelo lateral-esquerdo Fábio. O árbitro Emerson Sobral marcou o pênalti. Souza foi para a cobrança e abriu o placar nos Aflitos.

No minuto seguinte, Rogério recebeu na área de Cascata e mandou para a rede. Mas, Emerson Sobral anotou a posição de impedimento do atacante do Timbu e anulou o gol. Após o lance, o técnico Pedro Manta decidiu renovar o fôlego no ataque tirando Juninho para a entrada de Souza. E foi dele o passe que deixou Anderson na frente de Gideão. O goleiro alvirrubro saiu bem e acabou fazendo mais uma grande defesa.

Assim como no primeiro tempo, a cada susto do Petrolina, uma reação do Timbu. E, aos 14 minutos, foi fulminante. Derley viu Rogério na área, mas sem ângulo para o chute, o atacante tocou para trás. Cascata apareceu e bateu forte, ampliando para 2 a 0.

Imediatamente após o gol, o técnico sertanejo fez mais uma mudança. Ele tirou o meio-campo Anderson para a entrada do atacante Wellington. Aos 27 minutos, a última mudança com a saída de Fábio para a entrada de Tiago. Um minuto antes, Waldemar Lemos também havia modificado o Náutico com a saída de Siloé para a entrada de Eduardo Ramos.

Cinco minutos depois, Souza deixou o campo para a entrada de Lenon. E faltando cinco minutos, Henrique entrou no lugar de Rogério. Com as mudanças, o Timbu se preocupou apenas em administrar o resultado e garantiu a vitória.

15/01/2012 Náutico estreia no estadual com vitória por 2 a 0 diante do Porto

Zagueiro Ronaldo Alves e o estreante Souza marcam os gols que garantiram os primeiros três pontos no Campeonato Pernambucano.

Por GLOBOESPORTE.COM Recife

Mesmo sem poder contar com alguns de seus principais jogadores, como o volante Derley e o meia Eduardo Ramos, o Náutico estreou bem no Campeonato Pernambucano. Na tarde deste domingo, o Timbu venceu o Porto por 2 a 0, no estádio Luiz Lacerda, em Caruaru. A equipe alvirrubra construiu a vitória ainda no primeiro tempo. Ronaldo Alves, de cabeça, marcou o primeiro do Timbu e da competição, enquanto o estreante Souza ampliou aos 38 minutos.
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As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira. pela segunda rodada do estadual. O Náutico recebe o Petrolina, nos Aflitos, às 21h15m (horário do Recife). A expectativa é pela regularização de Derley e Eduardo Ramos. O Porto encara o Belo Jardim, no estádio Mendonção, no Agreste do Estado, às 20h.

Ronaldo Alves, o zagueiro-artilheiro

O Gavião começou o duelo a toda, com duas boas chances para marcar. A primeira antes mesmo de completar o primeiro minuto. Ao tentar invadir a área, Fabinho acabou derrubado por Ronaldo Alves na meia-lua. Na cobrança, Sandro Miguel desperdiçou mandando na barreira. Aos quatro, Baiano bateu de fora da área e mandou por cima do gol de Gideão.

A partir daí, o Timbu passou a dominar e a criar mais jogadas de ataque. O gol era questão de tempo, e ele veio aos 19. Na primeira partida com a camisa alvirrubra, o lateral-esquerdo Jefferson cobrou uma falta para a área, e o zagueiro Ronaldo Alves subiu para cabecear para o fundo da rede, abrindo o placar.

A vantagem deixou o Náutico mais confortável em campo. O time passou a criar jogadas de ataque e chegou ao segundo gol numa bela tabela entre Cascata e Rogério na entrada da área, aos 38. O estreante Souza apareceu na área e recebeu para tirar do goleiro Romero, ampliando o placar.

Náutico domina também o segundo tempo

Em desvantagem, o Porto voltou para o segundo tempo com uma postura mais ofensiva. O técnico Laelson Lima tirou o meia Robertinho para a entrada do atacante Kiros, que defendeu o Santa Cruz na temporada passada.

Mas foi o Náutico quem seguiu criando mais oportunidades. Aos nove, Cascata bateu da entrada da área, e Romero soltou. No rebote, Rogério acabou chutando para fora. Cinco minutos depois, a dupla voltou a incomodar. Cascata cruzou para a área, mas Rogério, que entrava livre, chegou atrasado, desperdiçando uma grande chance.

Aos 18, foi a vez de Waldemar Lemos modificar a equipe. Para renovar o fôlego no ataque, ele tirou Siloé para a entrada de Henrique. Mas, dois minutos depois, quem ameaçou foi o Porto. Fabinho ficou de frente com Gideão, que abafou o lance e evitou o gol do Gavião.

Após o lance, Laelson Lima fez mais uma modificação: Renan deu lugar ao meia Tadeu. E aos 35, Diego Costa deixou a partida para a entrada de Marcelo. Mesmo com as mudanças, o Gavião não conseguiu se igualar ao Náutico, que seguiu dominando a partida e administrando a vitória em Caruaru. Antes do fim da partida, Waldemar Lemos ainda fez mais uma mudança. Philip entrou no lugar de Cascata, que deixou a partida bastante aplaudido.

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